Desde sempre, o Homem tem tentado compreender a Natureza e o mundo que o rodeia. A maneira com que o mesmo olha para ambos não é acrítica e portanto, desde cedo os tem tentado modificar com o intuito central de satisfazer as suas necessidades. Com a actual tecnologia, já é possível ao homem, alterar muitos organismos, melhorando-os desse modo.
Neste contexto surge-nos o termo “Manipulação Genética”, que não é mais do que a ciência que se ocupa de questões relacionadas com a alteração/manipulação do código genético de organismos vivos, recorrendo a várias técnicas e instrumentos que permitem simplificar essa tarefa. Assim, surgem-nos dois tipos de organismos manipulados: os OGM’s (organismos geneticamente modificados) e os transgénicos.
Estes dois termos são muitas vezes utilizados de forma errada, pois, para muitas pessoas significam a mesma coisa. A verdade é que todos os transgénicos são OGM’s, mas nem todos os OGM’s são transgénicos. Os transgénicos são organismos vivos aos quais foram adicionados sequências nucleotídicas (genes), de interesse, de outros organismos, de forma a que estes se expressem e o transgénico passe a ter as características daquele gene. Temos como exemplos de transgénicos, algumas vacinas como a da hepatite B, que correspondem a uma forma diferente de administração de antigénios.
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