terça-feira, 23 de março de 2010

Um pouco mais sobre o milho g.m

Um artigo publicado em 2008 pela Royal Society of Medicineafirma que alimentos provenientes de organismos geneticamente modificados têm sido consumidos por milhões de pessoas no mundo, durante mais de 15 anos, sem relatos de efeitos adversos. Na mesma linha de pensamento, um relatório de 2004 da US National Academies of Sciences declarou: “Até agora nenhum efeito adverso à saúde humana atribuido à engenharia genética tem sido documentado”. Em todo o mundo há várias organizações que defendem que os OGM´s já provaram a sua segurança, tal como outras defendem que ainda não foram realizados testes exasutivos adequados que provassem a segurança dos mesmos.
A variedade de milho GM (geneticamente modificado) mais conhecida é a RR GA 21, sendo utilizada em grande parte dos Estados Unidos da América. Outras grandes empresas produtoras de culturas OGM são a Syngenta, a DuPont e a Novartis.
Os produtores de sementes OGM afirmam que o aumento na produtividade tem uma média de 8%.
O milho original que era cultivado era muito diferente das variedades actuais, sendo as espigas de reduzidas dimensões, com grãos em falta, sendo ainda pouco produtivo e fraco contra doenças e pragas.
Um dos argumentos utilizado pelos defensores de OGMs é o da manipulação não ser uma novidade, já tendo sida feita anteriormente, com menos controlo que hoje. Os opositores utilizam o mesmo exemplo para mostrar que a alternativa natural ao melhoramento genético directo é perfeitamente viável, sendo menos perigoso.

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